São Paulo, 07 de junho de 2019 | Edição nº 32

Novo presidente do Sinicon é recebido no Sinicesp

Com o objetivo de manter o relacionamento institucional entre as entidades, o presidente do Sinicesp, Luiz Albert Kamilos, recebeu na sede do sindicato, em São Paulo, o novo presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada, Cláudio Medeiros. O novo dirigente do Sinicon é executivo do Grupo Odebrecht e assume a vaga deixada por Evaristo Augusto Pinheiro Camelo, que se desligou da empresa.

Na conversa, Cláudio Medeiros reforçou a agenda de trabalho defendida pelo Sinicon, baseada em 10 medidas para o resgate da Infraestrutura, temas que a entidade vem defendendo permanentemente.

Durante o encontro, o presidente do Sinicesp, Luiz Albert Kamilos, destacou a importância da continuidade da parceria entre as entidades, na defesa do fortalecimento da infraestrutura nacional. Kamilos lembrou aos presentes que além de assumir a presidência do Sinicon, Cláudio Medeiros também passa a fazer parte da vice-presidência da Associação Brasileira das Entidades de Classe da Infraestrutura- Brasinfra, na condição de vice-presidente regional.

Além de manter os interesses comuns do setor, o Sinicesp continuará oferecendo sua infraestrutura física para a realização de reuniões e encontros que sejam de interesse do Sinicon. Conheça as 10 medidas para o fortalecimento da infraestrutura nacional defendidas pelo Sinicon e que contam com apoio integral do Sinicesp e da Brasinfra:

  1. Aprovação da Reforma da Previdência, para interromper o ritmo de crescimento do dispêndio público nessa rubrica e abrir espaço para o investimento em infraestrutura.

  2. Desvinculação de despesas orçamentárias, de modo a conferir maior margem de manobra ao Poder Executivo para realizar investimentos.

  3. Ampla revisão dos subsídios, de modo a abrir espaço fiscal para investimentos.

  4. Preparação e atualização permanente de carteira de projetos estruturantes, cuja priorização (de recursos e impulso administrativo) seja mandatória e não sujeita à escolha do governo de ocasião.

  5. Aprovação da nova lei de licitações, de modo a atualizar a prática brasileira ao que vem sendo adotado mundialmente em licitações públicas e a conferir maior segurança jurídica aos gestores e vendedores no processo de compras governamentais.

  6. Revisão da lei das agências reguladoras, de modo a conferir autonomia administrativa e financeira a essas agências e que sejam definidos com clareza os limites de suas competências regulatórias.

  7. Revisão da lei de licenciamento ambiental, de modo a tornar mais ágil a emissão de licenças.

  8. Revisão da lei de desapropriações, de modo a delimitar as competências do estado e do executor de obras, trazendo maior segurança jurídica.

  9. Revisão da lei de improbidade administrativa, de modo a tratar de forma diferenciada atitudes dolosas de culposas, a fim de trazer novamente a capacidade do Poder Executivo de executar projetos.

  10. Retomar o apoio oficial à exportação de serviços de engenharia, para que o Brasil volte a participar de mercado de mais de US$ 480 bilhões e reativar a cadeia produtiva de 62 segmentos e mais de 4.000 empresas.