{"id":1665,"date":"2020-02-21T09:11:52","date_gmt":"2020-02-21T12:11:52","guid":{"rendered":"http:\/\/sinicesp.org.br\/?p=1665"},"modified":"2021-11-10T09:35:56","modified_gmt":"2021-11-10T12:35:56","slug":"do-estudante-ao-profissional-com-deficiencia-como-barreiras-e-acoes-afirmativas-impactam-na-formacao-e-empregabilidade-de-milhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinicesp.org.br\/index.php\/2020\/02\/21\/do-estudante-ao-profissional-com-deficiencia-como-barreiras-e-acoes-afirmativas-impactam-na-formacao-e-empregabilidade-de-milhoes\/","title":{"rendered":"Do estudante ao profissional com defici\u00eancia \u2013 Como barreiras e a\u00e7\u00f5es afirmativas impactam na forma\u00e7\u00e3o e empregabilidade de milh\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-aa561e84\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<div style=\"height:10px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-a398365a\"><h3 class=\"uagb-heading-text\"><strong>Inclus\u00e3o profissional n\u00ba 02\/2020 &#8211; 21\/02\/2020 <\/strong><\/h3><div class=\"uagb-separator-wrap\"><div class=\"uagb-separator\"><\/div><\/div><p class=\"uagb-desc-text\"><\/p><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n<\/div><\/section>\n\n\n\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-0cec60be\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<h2 class=\"has-text-color wp-block-heading\" style=\"color:#0767b1\">Do estudante ao profissional com defici\u00eancia \u2013 Como barreiras e a\u00e7\u00f5es afirmativas impactam na forma\u00e7\u00e3o e empregabilidade de milh\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando falamos na educa\u00e7\u00e3o e empregabilidade de pessoas com defici\u00eancia, n\u00e3o s\u00e3o incomuns temas como a Pol\u00edtica de Educa\u00e7\u00e3o Especial do Governo Federal, as barreiras de acessibilidade em escolas e universidades, a Lei de Cotas (Lei Federal n\u00ba 8.213), a postura e a condi\u00e7\u00e3o interna das empresas para a efetiva inclus\u00e3o desses profissionais no mundo do trabalho. Apesar do discurso recorrente de que n\u00e3o se encontram representantes do segmento nos processos de pr\u00e9-sele\u00e7\u00e3o, o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) estima que de 7% a 24% da popula\u00e7\u00e3o brasileira possui algum n\u00edvel de defici\u00eancia. Tomando por base a maior porcentagem (cerca de 45 milh\u00f5es de pessoas), o censo aponta que 66% delas s\u00e3o economicamente ativas e 21% t\u00eam ensino m\u00e9dio completo. <br><br>N\u00e3o h\u00e1 um percentual atualizado oficial de pessoas com defici\u00eancia com ensino superior completo, mas em 2010 o IBGE j\u00e1 havia identificado que 7% tinha essa escolaridade. A publicit\u00e1ria Mariana Alves, 29, h\u00e1 dois anos reside na capital paulista. <br><br>Natural de Chapec\u00f3, SC, ela sempre quis viver em uma cidade grande. \u201cTenho parentes em S\u00e3o Paulo e, quando eu vinha passar as f\u00e9rias com eles, era estranho voltar pra minha terra, porque passei a gostar da vida em uma cidade cosmopolita, com tantas pessoas diferentes\u201d, conta Mariana. Desde que a publicit\u00e1ria chegou \u00e0 capital, por\u00e9m, a busca por uma oportunidade profissional segue em aberto. <br><br>Para divulgar o curr\u00edculo, Mariana utiliza sites especializados e participa de a\u00e7\u00f5es que promovem a intera\u00e7\u00e3o entre profissionais e empresas de segmentos distintos. O curr\u00edculo inclui o n\u00famero do seu CID (Classifica\u00e7\u00e3o Internacional de Doen\u00e7as), j\u00e1 que ela \u00e9 uma pessoa com baixa vis\u00e3o. Segundo o portal&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/emag.governoeletronico.gov.br\/cursoconteudista\/introducao\/deficiencia-visual-baixa-visao.html\" target=\"_blank\">eMAG (Modelo de Acessibilidade em Governo Eletr\u00f4nico)<\/a>, o quadro se caracteriza pelo comprometimento visual em ambos os olhos, mesmo ap\u00f3s corre\u00e7\u00e3o com uso de \u00f3culos ou lentes de contato, embora a pessoa utilize ou seja potencialmente capaz de utilizar a vis\u00e3o para o planejamento e a execu\u00e7\u00e3o de algumas tarefas. Nesse sentido, Mariana relata que j\u00e1 teve boas e m\u00e1s experi\u00eancias em entrevistas de emprego. \u201cAssim como fui realizar um teste de pr\u00e9-sele\u00e7\u00e3o e sequer perguntaram se eu precisava de um texto ampliado ou de algum recurso espec\u00edfico, sabendo da minha baixa vis\u00e3o, em outra ocasi\u00e3o fui muito bem recebida em uma empresa onde deixaram eu usar um computador para responder ao mesmo tipo de prova, e havia uma pessoa encarregada de confirmar se eu tinha todos os recursos de que precisava\u201d, recorda. <br><br>E o que dizer das perspectivas profissionais das at\u00e9 35 milh\u00f5es de pessoas com defici\u00eancia, conforme o IBGE, que n\u00e3o completaram o ensino m\u00e9dio? Segundo o Relat\u00f3rio Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais (RAIS) 2018, divulgado pelo Minist\u00e9rio da Economia, 70% das contrata\u00e7\u00f5es de pessoas com defici\u00eancia para empregos formais de trabalho incidem sobre profissionais com ensino m\u00e9dio completo ou mais. <br><br>Quanto ao Anu\u00e1rio Brasileiro da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica 2019, nos \u00faltimos 10 anos o percentual de alunos com defici\u00eancia matriculados no ensino regular subiu de 47% para 86%. O problema \u00e9 que, como a contabiliza\u00e7\u00e3o de estudantes \u00e9 restrita ao Censo Escolar, os dados sobre crian\u00e7as e jovens com defici\u00eancia que n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o continuam na invisibilidade. Al\u00e9m disso, como consta em&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/novaescola.org.br\/conteudo\/18275\/inclusao-na-educacao-quais-os-desafios-para-realmente-atender-pessoas-com-deficiencia\" target=\"_blank\">artigo publicado no portal da Associa\u00e7\u00e3o Nova Escola<\/a>, a educa\u00e7\u00e3o inclusiva no Brasil ainda enfrenta desafios, como a falta de professores capacitados, de acessibilidade f\u00edsica nas escolas e de salas de recursos multifuncionais para atendimento educacional especializado. <br><br>Atendimento esse que pode ser ainda mais afetado pela&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/educacao\/mec-vai-mudar-politica-para-alunos-com-deficiencia-saiba-o-que-deve-ser-alterado\/\" target=\"_blank\">nova Pol\u00edtica Nacional de Educa\u00e7\u00e3o Especial<\/a>, cujo texto deve ser divulgado pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) ainda no come\u00e7o deste ano e, se aprovado, tornar\u00e1 opcional a inclus\u00e3o de uma crian\u00e7a ou adolescente com defici\u00eancia na escola regular (com salas de aula comuns), a partir da cria\u00e7\u00e3o de novos centros de educa\u00e7\u00e3o especial (exclusivos para crian\u00e7as e adolescentes com defici\u00eancia). <br><br>Uma pesquisa que acaba de ser divulgada pelo&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ijc.org.br\/pt-br\/Paginas\/default.aspx\" target=\"_blank\">Instituto J\u00f4 Clemente (IJC)<\/a>, antiga Apae de S\u00e3o Paulo, comprova o retrocesso que a valida\u00e7\u00e3o dessa proposta representaria. O estudo iniciado em 2010 acompanhou o desenvolvimento de 109 crian\u00e7as e jovens atendidos pelo IJC em escolas regulares e especiais. No caso dos 43 estudantes que frequentaram escolas comuns, foram observados ganhos na identidade, autonomia (locomovendo-se com independ\u00eancia pelos espa\u00e7os das escolas), comunica\u00e7\u00e3o, linguagem, express\u00e3o, relacionamento interpessoal e aprendizagem, demonstrando desejos e maior interesse nas atividades propostas. Quanto aos 66 alunos que estudaram em escolas especiais, constataram-se poucos avan\u00e7os na autonomia, no aprendizado e comportamento social, com o grupo apresentando atitudes infantilizadas, comportamentos inadequados, dificuldades para enfrentar e resolver conflitos, vocabul\u00e1rio restrito e fora de contexto para expor suas ideias e se fazer entender perante os colegas e adultos, demonstrando pouco interesse e iniciativa frente \u00e0s atividades. <br><br>A ideia de isolamento da pessoa com defici\u00eancia, de uma pol\u00edtica assistencialista amea\u00e7a tamb\u00e9m a Lei de Cotas, com o Projeto de Lei (PL) 6.159, que foi publicado em novembro de 2019 pelo Poder Executivo e segue tramitando. Se aprovado, o projeto anula a obrigatoriedade da Lei de Cotas, possibilitando que as empresas destinem um fundo capital para institui\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 reabilita\u00e7\u00e3o de pessoas com defici\u00eancia e, assim, se eximam da contrata\u00e7\u00e3o. <br><br><strong>Ensino superior<\/strong> <br><br>No que diz respeito \u00e0 presen\u00e7a de pessoas com defici\u00eancia no ensino superior, dados do Censo da Educa\u00e7\u00e3o Superior de 2016 revelam que, do total de 8 milh\u00f5es de matr\u00edculas, 0,45% s\u00e3o de alunos com defici\u00eancia. Na rede privada, o percentual cai para 0,35%. Como se n\u00e3o bastasse, a evas\u00e3o entre esses estudantes \u00e9 de 27%, sendo maior na rede privada, que chega a 31,5%. <br><br>Um&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/blog.handtalk.me\/inclusao-universidades-mec\/\" target=\"_blank\">artigo publicado no blog da startup Hand Talk&nbsp;<\/a>cita barreiras de acessibilidade a serem quebradas por institui\u00e7\u00f5es de ensino superior no Brasil. A\u00e7\u00f5es de acessibilidade que contemplem as diferentes defici\u00eancias (f\u00edsica, visual, auditiva, cognitiva, etc.) s\u00e3o necess\u00e1rias em ambientes f\u00edsicos, nos materiais acad\u00eamicos, na did\u00e1tica dos professores, na comunica\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m nos espa\u00e7os virtuais. Afinal, como aponta o artigo, os sites das universidades est\u00e3o entre os seus principais canais de comunica\u00e7\u00e3o, onde a maior parte da informa\u00e7\u00e3o est\u00e1 reunida e, por isso, devem disponibilizar recursos de acessibilidade, como descri\u00e7\u00f5es de imagens para pessoas cegas ou com baixa vis\u00e3o e tradu\u00e7\u00e3o na L\u00edngua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para pessoas surdas. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"401\" src=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/inclusao-2020-02a-interna.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1667\" srcset=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/inclusao-2020-02a-interna.jpg 600w, https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/inclusao-2020-02a-interna-300x201.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo a RAIS 2018, quase meio milh\u00e3o de brasileiros com defici\u00eancia (1% do segmento no pa\u00eds) s\u00e3o beneficiados pela Lei de Cotas com contratos formais de trabalho. Em um cen\u00e1rio nacional no qual mesmo uma forma\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria est\u00e1 longe de ser garantia de empregabilidade para essas pessoas, existem empresas que desenvolvem boas pr\u00e1ticas em prol da forma\u00e7\u00e3o continuada de seus funcion\u00e1rios, com ou sem defici\u00eancia, assim n\u00e3o apenas favorecendo o desenvolvimento destes, mas tamb\u00e9m o plano de carreira dos profissionais dentro da organiza\u00e7\u00e3o. <br><br>\u00c9 o caso da EY Brasil, que integra a Rede Empresarial de Inclus\u00e3o Social pela Empregabilidade da Pessoa com Defici\u00eancia (REIS). A partir de estudos de caso, a empresa reembolsa uma porcentagem do custo mensal de colaboradores que estejam cursando uma gradua\u00e7\u00e3o condizente com cargos da firma. \u201cA pr\u00e1tica beneficia colaboradores com e sem defici\u00eancia do nosso quadro de funcion\u00e1rios e demonstra a cren\u00e7a da empresa de que, ao investir em profissionais com potencial, todos saem ganhando.\u201d, declara Jo\u00e3o Flores, Analista de Diversidade e Inclus\u00e3o da EY. <br><br>Um benef\u00edcio tamb\u00e9m \u00e9 destinado a colaboradores em cargos s\u00eanior, que, a partir de uma pr\u00e9-sele\u00e7\u00e3o, recebem reembolso para cursos de MBA da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV). <br><br><strong>Fonte<\/strong>: C\u00e2mara Paulista para Inclus\u00e3o da Pessoa com Defici\u00eancia<\/p>\n<\/div><\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados revelam que a segrega\u00e7\u00e3o e o assistencialismo continuam a ser os maiores obst\u00e1culos \u00e0 pessoa 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