{"id":4339,"date":"2023-07-12T08:19:23","date_gmt":"2023-07-12T11:19:23","guid":{"rendered":"https:\/\/sinicesp.org.br\/?p=4339"},"modified":"2023-07-12T08:19:25","modified_gmt":"2023-07-12T11:19:25","slug":"pessoas-com-deficiencia-sao-89-da-populacao-e-tem-salario-menor-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinicesp.org.br\/index.php\/2023\/07\/12\/pessoas-com-deficiencia-sao-89-da-populacao-e-tem-salario-menor-diz-ibge\/","title":{"rendered":"Pessoas com defici\u00eancia s\u00e3o 8,9% da popula\u00e7\u00e3o e t\u00eam sal\u00e1rio menor, diz IBGE"},"content":{"rendered":"\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-00ac97af\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<div style=\"height:10px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-916a6e74\"><h3 class=\"uagb-heading-text\"><br><strong>Inclus\u00e3o profissional n\u00ba 13\/2023 &#8211; 12\/07\/2023 <\/strong><\/h3><div class=\"uagb-separator\"><\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n<\/div><\/section>\n\n\n\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-8fdda58b\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-color\" style=\"color:#0767b1\"><strong>Pessoas com defici\u00eancia s\u00e3o 8,9% da popula\u00e7\u00e3o e t\u00eam sal\u00e1rio menor, diz IBGE<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Levantamento in\u00e9dito do IBGE divulgado hoje aponta que 8,9% dos brasileiros possuem algum tipo de defici\u00eancia. Os dados s\u00e3o do m\u00f3dulo \u201cPessoas com Defici\u00eancias\u201d da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlio) Cont\u00ednua 2022. <br><br>O levantamento revelou que as pessoas com defici\u00eancia (PCDs) ainda sofrem com uma s\u00e9rie de barreiras para ter acesso aos estudos e mercado de trabalho, e quando conseguem ser ocupadas, recebem uma remunera\u00e7\u00e3o menor do que as pessoas sem defici\u00eancia. <br><br><strong>O que diz a pesquisa<\/strong> <br><br>Cerca de 18,6 milh\u00f5es de pessoas (ou 8,9% do grupo et\u00e1rio acima de dois anos) tem algum tipo de defici\u00eancia. O percentual foi calculado ainda com a estimativa de popula\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o com os dados iniciais do Censo divulgados na semana passada. <br><br>O maior percentual de pessoas com defici\u00eancia \u00e9 de idosos. Em 2022, 47,2% das pessoas com defici\u00eancia tinham 60 anos ou mais de idade. Entre as pessoas sem defici\u00eancia, apenas 12,5% eram deste grupo et\u00e1rio. <br><br>J\u00e1 acima de 80 anos, o percentual de pessoas com defici\u00eancia chega a mais da metade da popula\u00e7\u00e3o da idade. <br><br>A pesquisa \u00e9 feita a partir das dificuldades funcionais: se tem alguma, muita, pouca ou nenhuma. Com isso, automaticamente temos maior participa\u00e7\u00e3o de pessoas idosas, j\u00e1 que s\u00e3o as dificuldades que vamos adquirindo com a idade; quanto mais idoso, mais dificuldades acumuladas. <br><br>Como refer\u00eancia, considerou-se pessoa com defici\u00eancia aquela a partir de 2 anos que respondeu ter muita dificuldade ou n\u00e3o conseguir de modo algum realizar as atividades perguntadas em ao menos um dos dom\u00ednios funcionais investigados. <br><br><strong>As dificuldades dos brasileiros:<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>3,4% para subir degraus<\/li>\n\n\n\n<li>3,1% para enxergar, mesmo usando \u00f3culos ou lentes de contato<\/li>\n\n\n\n<li>2,6% de aprender, lembrar-se das coisas ou se concentrar<\/li>\n\n\n\n<li>2,3% para levantar uma garrafa com\u00a0<a href=\"http:\/\/x-apple-data-detectors:\/\/embedded-result\/2957\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">2 litros<\/a>\u00a0de \u00e1gua da cintura at\u00e9 a altura dos olho<\/li>\n\n\n\n<li>1,4% para pegar objetos pequenos ou abrir e fechar recipientes<\/li>\n\n\n\n<li>1,2% para ouvir, mesmo usando aparelhos<\/li>\n\n\n\n<li>1,2% para realizar cuidados pessoais<\/li>\n\n\n\n<li>1,1% de se comunicar, para compreender e ser compreendido<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Das pessoas com defici\u00eancia no pa\u00eds, 3,4% t\u00eam duas ou mais defici\u00eancias acumuladas. <br><br>Por ser uma pesquisa que usou question\u00e1rio in\u00e9dito seguindo a refer\u00eancia internacional, n\u00e3o h\u00e1 dados de outros anos para se comparar. <br><br>A influenciadora digital alagoana Vanessa Oliveira, 35, tem problemas motores por uma distrofia muscular, acredita que ainda \u00e9 preciso que o pa\u00eds avance em v\u00e1rias quest\u00f5es para enfrentar o preconceito ainda forte na sociedade. <br><br>Existe uma percep\u00e7\u00e3o minha antes e depois que comecei a entender o que era capacitismo. Percebi que os conceitos que acreditava n\u00e3o foram formados por mim, e sim pela sociedade, que \u00e9 completamente capacitista. Eu n\u00e3o me sinto completamente respeitada. Quanto menos informa\u00e7\u00e3o as pessoas t\u00eam sobre o assunto, mais preconceito eu sofro. Geralmente eu sou mais acolhida em lugares onde as pessoas j\u00e1 me conhecem e tem no\u00e7\u00e3o da minha viv\u00eancia.\u201dVanessa Oliveira <br><br>Ela chegou a concluir o ensino m\u00e9dio em Macei\u00f3, mas n\u00e3o conseguiu chegar a faculdade que queria cursar, de publicidade. \u201cN\u00e3o fiz tanto pela falta de acessibilidade das universidades, quanto da locomo\u00e7\u00e3o\u201d, diz. <br><br>Enquanto as pessoas e os lugares n\u00e3o se adaptarem, o acesso ser\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil. <br><br><strong>Nordeste lidera<\/strong> <br><br>A regi\u00e3o com maior propor\u00e7\u00e3o de pessoas com defici\u00eancia \u00e9 o Nordeste, onde 10,3% da popula\u00e7\u00e3o tem algum tipo de defici\u00eancia. No ranking dos dez estados com mais pessoas com defici\u00eancia, os nove nordestinos est\u00e3o. <br><br>Segundo o IBGE, isso se deve \u00e0s piores condi\u00e7\u00f5es de vida apresentadas na regi\u00e3o. \u201cIsso influencia mais que a idade\u201d. <br><br>A quest\u00e3o da defici\u00eancia n\u00e3o tem s\u00f3 a ver com envelhecimento: outros componentes influenciam. Tem a quest\u00e3o do rendimento, da qualidade de vida. Essa regi\u00e3o \u00e9 a que tem hist\u00f3rico maior de analfabetismo, \u00edndices de pobreza, por exemplo.\u201d Maira Bonna Lenzi, analista do IBGE <br><br><a href=\"https:\/\/educacao.uol.com.br\/noticias\/2021\/09\/12\/o-que-e-pcd-entenda-a-sigla-e-quem-tem-direito-a-beneficios.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">PCD<\/a>\u00a0estados <br><br><strong>Falta inclus\u00e3o no mercado de trabalho<\/strong> <br><br>Uma das novidades dessa pesquisa s\u00e3o os dados detalhados sobre o mercado de trabalho. <br><br>Segundo a PNAD, o n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o (14 anos ou mais) \u00e9 de apenas 26,6% entre as pessoas com defici\u00eancia, menos da metade dos 60,7% das pessoas sem defici\u00eancia. <br><br>No caso, considera-se apenas pessoa sem ocupa\u00e7\u00e3o, mas integrante da for\u00e7a de trabalho, aquelas que procuraram atividade ou est\u00e3o aguardando in\u00edcio de um emprego. <br><br>Segundo o IBGE, o total de pessoas com defici\u00eancia com idade de trabalhar (14 anos ou mais) era de 17,5 milh\u00f5es de pessoas. Por\u00e9m, a for\u00e7a de trabalho representava 5,1 milh\u00f5es. <br><br>A desigualdade de g\u00eanero tamb\u00e9m fica clara. Entre homens s\u00e3o 32,7% ocupados, e mulheres, 22,4%. <br><br>Ainda segundo a pesquisa, a escolaridade ajuda a aumentar as chances, mas n\u00e3o h\u00e1 garantia de igualdade para aquelas pessoas com defici\u00eancia que chegam a concluir curso superior. <br><br>Ou seja, mesmo com as diversas limita\u00e7\u00f5es ela conclui o curso superior, mas ele n\u00e3o \u00e9 suficiente para entrar no mercado de trabalho. Isso \u00e9 um retrato muito grande da realidade brasileira, \u00e9 uma disparidade muito grande, s\u00e3o 30 pontos percentuais. <br><br>Al\u00e9m de menor ocupa\u00e7\u00e3o, a taxa de informalidade das pessoas ocupadas com defici\u00eancia \u00e9 maior, e mais da metade delas ocupa trabalho n\u00e3o formal: 55% das pessoas com defici\u00eancia que trabalhavam estavam na informalidade, enquanto para as pessoas ocupadas sem defici\u00eancia esse percentual foi de 38,7%. <br><br>Um detalhe importante \u00e9 como eles t\u00eam relev\u00e2ncia na renda de fam\u00edlias: 12% das pessoas respons\u00e1veis pelos domic\u00edlios no pa\u00eds t\u00eam alguma defici\u00eancia. <br><br>No rendimento a gente vai reproduzir as mesmas desigualdades do mercado em geral, acentuado pela quest\u00e3o de defici\u00eancia: homens com rendimento superior ao de mulheres; homens com defici\u00eancia superior ao de mulheres com defici\u00eancia, s\u00f3 que a dist\u00e2ncia vai aumentando. Luciana Alves dos Santos <br><br><strong>Ra\u00e7a ainda pesa mais que defici\u00eancia<\/strong> <br><br>Um dado que chamou a aten\u00e7\u00e3o da equipe \u00e9 que apenas no recorte de rendimento as pessoas com defici\u00eancia conseguem ter um dado maior que uma pessoa sem defici\u00eancia quando h\u00e1 recorte de ra\u00e7a. <br><br>Uma pessoa com defici\u00eancia branca recebe, em m\u00e9dia, R$ 2.358 por m\u00eas, enquanto um preto sem defici\u00eancia tem rendimento mensal de R$ 2.051; e um pardo, de R$ 2.065. <br><br>A cor prevalece mais que a defici\u00eancia; o fato de a pessoa ser branca garante um rendimento maior do trabalho principal superior ao de pessoas sem defici\u00eancia de pessoas de cor preta ou parda. <br><br><strong>Educa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m deixa de fora<\/strong> <br><br>A taxa de analfabetismo \u00e9 bem maior entre pessoas com defici\u00eancia do que entre pessoas sem defici\u00eancia. Enquanto a m\u00e9dia nacional \u00e9 4,1% de analfabetos com 15 anos ou mais, entre as pessoas com defici\u00eancia esse percentual chega a 19,5%. <br><br>\u201cAs novas gera\u00e7\u00f5es est\u00e3o tendo mais acesso [ao estudo], mas a diferen\u00e7a entre os dois grupos [com e sem defici\u00eancia] continua quando mudamos as faixas\u201d, diz Luciana Alves dos Santos. <br><br>Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel ver um retrato na dificuldade de acesso de pessoas com defici\u00eancia na escola no tempo correto. <br><br><strong>Fonte<\/strong>: UOL \u00a0<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:70px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-gcb0931\" class=\"wp-block-gutentor-e6 section-gcb0931 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop\"><div class=\"gutentor-element-image-box\"><a class=\"gutentor-element-image-link\" href=\"window.print()\"><div class=\"gutentor-image-thumb\"><img decoding=\"async\" class=\"normal-image\" 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