{"id":6032,"date":"2024-09-05T15:28:17","date_gmt":"2024-09-05T18:28:17","guid":{"rendered":"https:\/\/sinicesp.org.br\/?p=6032"},"modified":"2024-09-05T15:39:18","modified_gmt":"2024-09-05T18:39:18","slug":"reciclagem-com-alta-qualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinicesp.org.br\/index.php\/2024\/09\/05\/reciclagem-com-alta-qualidade\/","title":{"rendered":"Reciclagem com alta qualidade"},"content":{"rendered":"\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-44a9e3f7\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<div style=\"height:10px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-f5b54e37\"><h3 class=\"uagb-heading-text\"><br><strong>Boletim T\u00e9cnico n\u00ba 03 (05\/09\/2024) <\/strong><\/h3><div class=\"uagb-separator\"><\/div><\/div>\n<\/div><\/section>\n\n\n\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-7089f049\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<p class=\"has-text-align-right has-vivid-red-color has-text-color\"><strong><strong><strong><strong><strong>USINAS DE ASFALTO<\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g-bm8sxlb\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-bm8sxlb gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><h2 class=\"gutentor-text\"><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong>Reciclagem com alta qualidade<\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/h2><\/div><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g0e35f2\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g0e35f2 gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><p class=\"gutentor-text\"><em><strong>Sob press\u00e3o ambiental e de custos, uso de material fresado cresce no segmento de produ\u00e7\u00e3o de asfalto, impulsionando solu\u00e7\u00f5es capazes de processar at\u00e9 100% de RAP<\/strong><br><\/em><strong>&nbsp;<\/strong><br><strong>Por Antonio Santomauro<\/strong><\/p><\/div><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g-ennat7k\" class=\"wp-block-gutentor-e6 section-g-ennat7k gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop\"><div class=\"gutentor-element-image-box\"><div class=\"gutentor-image-thumb\"><img decoding=\"async\" class=\"normal-image\" src=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2024-bt-03a.jpg\" \/><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g-gx71czl\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-gx71czl gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><p class=\"gutentor-text\">Ao menos no universo dos grandes fabricantes, praticamente todos as usinas de asfalto atualmente disponibilizadas ao mercado permitem o uso de RAP (Reclaimed Asphalt Pavement, ou pavimento de asfalto reciclado).<br><br>Fora do Brasil, j\u00e1 h\u00e1 inclusive plantas prontas para trabalhar apenas com material fresado, cuja utiliza\u00e7\u00e3o cresce tamb\u00e9m no mercado nacional, onde h\u00e1 ainda a perspectiva de expans\u00e3o do uso de gases como combust\u00edveis dos sistemas de aquecimento das usinas.<br><br>Em pa\u00edses como Fran\u00e7a e It\u00e1lia j\u00e1 operam usinas capazes de produzir asfalto com 100% de RAP.<br><br>Na Ermont, as solu\u00e7\u00f5es integram a linha TRX, principal foco em usinas cont\u00ednuas da marca, que tamb\u00e9m conta com solu\u00e7\u00f5es com capacidade de uso de 25% a 70% de reciclados.<br><br>\u201cAtualmente, todas as usinas da marca permitem o uso de materiais fresados RAP\u201d, ressalta Herv\u00e9 Riche, diretor de produto da marca.<br>\u201cPara implement\u00e1-lo, \u00e9 necess\u00e1rio basicamente incluir um alimentador e um transportador para o RAP, sendo que a atualiza\u00e7\u00e3o do sistema de controle \u00e9 autom\u00e1tica.\u201d<br><br>As usinas da marca Marini \u2013 marca na qual o Grupo Fayat re\u00fane as usinas descont\u00ednuas \u2013 tamb\u00e9m permitem utilizar RAP, especialmente por meio de duas tecnologias: o anel de reciclagem (acess\u00f3rio localizado no tambor secador) e uma linha espec\u00edfica para dosagem e inser\u00e7\u00e3o do material fresado.<br><br>\u201cCombinando essas duas possibilidades \u00e9 poss\u00edvel chegar at\u00e9 70% de RAP\u201d, afirma Roberto Berardi, diretor de marketing da Marini. \u201cPor\u00e9m, a linha MasterTower j\u00e1 permite usar 100% de RAP.\u201d<br>Mas isso ainda \u00e9 muito raro, garante Berardi. \u201cMesmo sendo devidamente trabalhadas em quesitos como granulometria e quantidade de CAP (cimento asf\u00e1ltico de petr\u00f3leo, o chamado \u2018ligante\u2019), essas aplica\u00e7\u00f5es exigem curvas granulom\u00e9tricas que demandam agregados virgens em percentuais de pelo menos 15% a 20%\u201d, explica.<br><br><br><strong>POSSIBILIDADES<\/strong><br><br>Na Fran\u00e7a, ressalta Riche, j\u00e1 foi utilizada uma usina Ermont com 100% de RAP em um trecho rodovi\u00e1rio na regi\u00e3o de Bordeaux. No Brasil, o Grupo Fayat produz usinas que podem utilizar at\u00e9 30% de RAP, com capacidades de produ\u00e7\u00e3o de at\u00e9 160 t\/h.<\/p><\/div><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g-d67fnf6\" class=\"wp-block-gutentor-e6 section-g-d67fnf6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop\"><div class=\"gutentor-element-image-box\"><div class=\"gutentor-image-thumb\"><img decoding=\"async\" class=\"normal-image\" src=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2024-bt-03b.jpg\" \/><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\"><em><em><em><em><strong>J\u00e1 em uso na Europa, usinas da linha TRX<\/strong> s\u00e3o capazes de produzir asfalto com at\u00e9 100% de RAP<\/em><\/em><\/em><\/em><\/p>\n\n\n\n<div id=\"section-g-rxls7rm\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-rxls7rm gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><p class=\"gutentor-text\">\u201cAlguns projetos de concess\u00f5es v\u00eam utilizando RAP em percentuais n\u00e3o superiores a 15% ou 20%\u201d, revela Norman Melgar, gerente comercial Latam das duas marcas.<br><br>\u201cMas esses \u00edndices t\u00eam aumentado, assim como a demanda pelo uso desse material.\u201d<br><br>Incluindo um tambor espec\u00edfico para secagem e aquecimento de RAP, a Ammann tamb\u00e9m oferece a possibilidade de se trabalhar com 100% de reciclados.<br><br>\u201cIsso sem queimar o CAP do material fresado, minimizando o uso desse componente\u201d, ressalta Ivan Reginatto, gerente comercial de usinas da marca.<br><br>Desde o final do ano passado, ele relata, uma usina da Ammann opera no M\u00e9xico com um tambor exclusivo para secagem e aquecimento do RAP, capaz de adicion\u00e1-lo \u00e0 mistura em percentuais de at\u00e9 60%, para produ\u00e7\u00e3o de at\u00e9 310 t\/h de massa asf\u00e1ltica.<br><br>As usinas atuais da marca, destaca Reginatto, j\u00e1 saem prontas para receber o sistema de adi\u00e7\u00e3o de RAP, que pode ser instalado tamb\u00e9m em usinas j\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o (inclusive de outras marcas).<br><br>O processo pode ser mais simples, como a adi\u00e7\u00e3o de RAP diretamente no misturador \u2013 na chamada \u2018adi\u00e7\u00e3o a frio\u2019, para percentuais menores \u2013 ou incluir um segundo secador exclusivo para pr\u00e9-aquecimento, para percentuais mais elevados.<br><br>\u201cPara percentuais intermedi\u00e1rios, a alternativa de entrada de RAP via anel pode ser instalada no secador da usina\u201d, complementa o especialista.<\/p><\/div><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g-eel4uk5\" class=\"wp-block-gutentor-e6 section-g-eel4uk5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop\"><div class=\"gutentor-element-image-box\"><div class=\"gutentor-image-thumb\"><img decoding=\"async\" class=\"normal-image\" src=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2024-bt-03c.jpg\" \/><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\"><em><em><em><em><strong>Retrofit de tambor secador&nbsp;<\/strong>melhor o desempenho de usinas no uso de material fresado<\/em><\/em><\/em><\/em><\/p>\n\n\n\n<div id=\"section-g-8ssgxht\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-8ssgxht gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><p class=\"gutentor-text\">Por\u00e9m, o aproveitamento de RAP deve come\u00e7ar j\u00e1 no processo de fresagem, que deve ser feito camada por camada, come\u00e7ando pela capa de rolamento e, s\u00f3 depois, chegando ao binder (CBUQ).<br><br>\u201cGeralmente, essas camadas cont\u00eam agregados com diferentes granulometrias e percentuais distintos de CAP\u201d, diz Reginatto. Depois, o material deve ser separado, desagregado, peneirado e armazenado, de prefer\u00eancia em local coberto e n\u00e3o a c\u00e9u aberto, como \u00e9 comum no Brasil.<br><br>\u201cTamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio investir em laborat\u00f3rios que permitam a an\u00e1lise do RAP\u201d, destaca.<br><strong>&nbsp;<\/strong><br><strong>CUSTO X BENEF\u00cdCIO<\/strong><br><br>Tamb\u00e9m na Ciber, todos os modelos atuais aceitam RAP. As usinas padr\u00e3o, diz o engenheiro de aplica\u00e7\u00e3o da empresa, Vinicius Dutra, j\u00e1 v\u00eam prontas para receber at\u00e9 25% no misturador, bastando instalar um silo de dosagem para incorpora\u00e7\u00e3o.<br><br>Com anel de reciclagem opcional, o \u00edndice pode chegar a 40%.<br><br>Segundo Dutra, a utiliza\u00e7\u00e3o tanto de RAP quanto de RAS (Recycled Asphalt Shingles, ou asfalto fresado modificado com pol\u00edmeros) vem crescendo atrelada n\u00e3o s\u00f3 \u00e0s demandas de sustentabilidade ambiental, mas tamb\u00e9m \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o.<br><br>Para isso, todavia, \u00e9 necess\u00e1rio acompanhar a qualidade em quesitos como compatibilidade com a curva granulom\u00e9trica pretendida e presen\u00e7a de contaminantes como \u00f3leo, res\u00edduo de tach\u00f5es ou pintura de sinaliza\u00e7\u00e3o.<br><br>\u201cO uso de material fresado pode exigir ajustes nas misturas de materiais virgens, CAP e aditivos, assim como nos processos de produ\u00e7\u00e3o\u201d, observa Dutra.<br><br>Os cuidados com materiais fresados \u2013 em itens como granulometria, teor de CAP, umidade e outros \u2013 podem elevar os custos, pondera Esequiel Armiliato, diretor da Margui.<br><br>\u201cEm compensa\u00e7\u00e3o, proporcionam ganhos como a redu\u00e7\u00e3o da necessidade de novos recursos em agregados e CAP, eliminando o custo de disposi\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos\u201d, contrap\u00f5e.<br><br>\u201cFeita essa prepara\u00e7\u00e3o, pode-se utilizar o material fresado, sem problemas de qualidade.\u201d<br><br>O RAP, ele relata, j\u00e1 \u00e9 realidade em muitos pa\u00edses, tanto pela redu\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o quanto por proporcionar uma solu\u00e7\u00e3o para estoque de material fresado retirado na renova\u00e7\u00e3o das rodovias.<br><br>\u201cNo Brasil, ainda estamos em uma fase inicial desse processo, por\u00e9m j\u00e1 existe uma norma do DNIT (033\/2021) na qual s\u00e3o detalhados procedimentos, equipamentos e percentual de RAP a ser utilizado nas misturas\u201d, lembra Armiliato.<\/p><\/div><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g-ll1lf4g\" class=\"wp-block-gutentor-e6 section-g-ll1lf4g gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop\"><div class=\"gutentor-element-image-box\"><div class=\"gutentor-image-thumb\"><img decoding=\"async\" class=\"normal-image\" src=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2024-bt-03d.jpg\" \/><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\"><em><em><em><em><strong>Aplica\u00e7\u00e3o integral de RAP<\/strong>&nbsp;ainda \u00e9 reduzida por demandar altas percentagens de agregados virgens<\/em><\/em><\/em><\/em><\/p>\n\n\n\n<div id=\"section-g-11osddf\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-11osddf gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><p class=\"gutentor-text\">As usinas da Margui, ele detalha, podem receber at\u00e9 30% de RAP diretamente no misturador. \u201cPara isso, \u00e9 necess\u00e1rio agregar um silo e uma correia transportadora para levar o RAP at\u00e9 o misturador, onde o fresado recebe o calor dos novos materiais\u201d, explica.<br><strong>&nbsp;<\/strong><br><strong>QUEIMADOR<\/strong><br><br>Combust\u00edveis l\u00edquidos \u2013 como xisto, \u00f3leos BPF, BTE e diesel \u2013 ainda predominam nos sistemas de aquecimento das usinas usadas no Brasil. Mas as perspectivas s\u00e3o de expans\u00e3o do uso de g\u00e1s natural e GLP, por exemplo, cuja distribui\u00e7\u00e3o por enquanto \u00e9 limitada aos principais centros econ\u00f4micos do pa\u00eds.<br><br>Al\u00e9m de menos poluentes, observa Reginatto, da Ammann, os gases permitem um controle mais refinado da intensidade de chama do queimador. \u201cEssa op\u00e7\u00e3o deve crescer \u00e0 medida que a distribui\u00e7\u00e3o evolua, pois j\u00e1 \u00e9 solicitada em cerca de 40% dos novos pedidos feitos no Brasil\u201d, destaca.<br><br>No que se refere ao CAP, na maioria dos casos o aquecimento \u00e9 feito por troca de calor com \u00f3leo t\u00e9rmico.<br><br>\u201cNa Europa, j\u00e1 come\u00e7a a ganhar espa\u00e7o o aquecimento por resist\u00eancias el\u00e9tricas, que demora mais para elevar a temperatura, mas permite um controle maior da temperatura\u201d, ressalta Reginatto. \u201cE v\u00e3o ganhar espa\u00e7o aqui tamb\u00e9m.\u201d<br><br>A previs\u00e3o de expans\u00e3o do uso de gases \u00e9 compartilhada por Armiliato, da Margui, que considera a op\u00e7\u00e3o interessante inclusive financeiramente, seja pelo maior poder calor\u00edfico ou, diferentemente dos l\u00edquidos, por praticamente n\u00e3o deixar res\u00edduos.<br><br>\u201cJ\u00e1 h\u00e1 muitas empresas utilizando o g\u00e1s natural em regi\u00f5es com uma rede bem-estabelecida de distribui\u00e7\u00e3o\u201d, considera.<br><br>J\u00e1 Dutra, da Ciber, ressalta que cada m\u00e9todo de aquecimento tem vantagens e desvantagens em termos de efici\u00eancia energ\u00e9tica, custos operacionais e impacto ambiental.<br><br>Os \u00f3leos, especificamente, t\u00eam sido muito utilizados devido \u00e0 disponibilidade e facilidade de armazenamento, mas podem n\u00e3o ser a melhor op\u00e7\u00e3o em locais onde as regulamenta\u00e7\u00f5es ambientais s\u00e3o mais r\u00edgidas.<br><br>\u201cJ\u00e1 o g\u00e1s natural \u00e9 eficiente energeticamente, gera baixas emiss\u00f5es de poluentes e proporciona custos mais baixos relativamente a outros combust\u00edveis, mas pode perder espa\u00e7o em \u00e1reas onde o acesso \u00e9 limitado ou os custos da infraestrutura s\u00e3o elevados\u201d, comenta.<\/p><\/div><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g-eeel3mw\" class=\"wp-block-gutentor-e6 section-g-eeel3mw gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop\"><div class=\"gutentor-element-image-box\"><div class=\"gutentor-image-thumb\"><img decoding=\"async\" class=\"normal-image\" src=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2024-bt-03e.jpg\" \/><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\"><em><em><em><em><strong>Na Europa<\/strong>,&nbsp;o aquecimento por resist\u00eancias el\u00e9tricas j\u00e1 come\u00e7a a ganhar espa\u00e7o no mercado<\/em><\/em><\/em><\/em><\/p>\n\n\n\n<div id=\"section-g-vlzl0n2\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-vlzl0n2 gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><p class=\"gutentor-text\">Por isso, o GLP perde competividade em \u00e1reas onde outras op\u00e7\u00f5es mostram-se mais econ\u00f4micas.<br><br>\u201cA escolha do sistema de aquecimento depende das necessidades espec\u00edficas de cada usina, considerando fatores como disponibilidade de combust\u00edvel, regulamenta\u00e7\u00f5es ambientais e objetivos de sustentabilidade\u201d, ressalta o profissional.<br><br>Na Europa, o g\u00e1s substitui os combust\u00edveis l\u00edquidos sempre que h\u00e1 disponibilidade, relata Riche, da Ermont, que prev\u00ea o crescimento do uso de hidrog\u00eanio como combust\u00edvel das usinas.<br><br>\u201cLan\u00e7amos um queimador de hidrog\u00eanio em abril, mas estamos convencidos que nos pr\u00f3ximos anos o queimador ser\u00e1 configurado para ser multicombust\u00edvel \u2013 incluindo H2 \u2013 para dar flexibilidade e minimizar o impacto de carbono\u201d, projeta.<br><br>Na Marini, Berardi cita ainda pr\u00e1ticas capazes de minimizar o consumo de energia, como manuseio e armazenamento de mat\u00e9rias primas mais secas. \u201cCada 1% de \u00e1gua implica aumento de 10% no consumo de energia\u201d, ressalta.<br><br>Em plantas estacion\u00e1rias, o RAP \u00e9 armazenado por semanas ou meses. \u201cNesse per\u00edodo, pode chover e molhar o material se n\u00e3o estiver armazenado adequadamente\u201d, aponta o especialista.<br>&nbsp;<br><strong>EMPRESA<\/strong><br><strong>Fabricante v\u00ea momento positivo puxado por concess\u00f5es<\/strong><br>&nbsp;<br>Atualmente, a Astec Industries conta com oito modelos de usinas de asfalto em seu portf\u00f3lio, divididas entre estacion\u00e1rias e reloc\u00e1veis.<br><br>Na f\u00e1brica do Brasil, em Vespasiano (MG), a empresa produz o modelo Ventura 140, que tem capacidade de 140 t\/h de massa asf\u00e1ltica e incorpora at\u00e9 15% de material fresado, com boas perspectivas de mercado.<\/p><\/div><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g-7on2nzo\" class=\"wp-block-gutentor-e6 section-g-7on2nzo gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop\"><div class=\"gutentor-element-image-box\"><div class=\"gutentor-image-thumb\"><img decoding=\"async\" class=\"normal-image\" src=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2024-bt-03f.jpg\" \/><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\"><em><em><em><em><strong>&nbsp;Aposta da Astec no Brasil<\/strong>,&nbsp;a usina Ventura 140 permite incorporar at\u00e9 15% de material &nbsp;&nbsp;fresado<\/em><\/em><\/em><\/em><\/p>\n\n\n\n<div id=\"section-g-vsagn7l\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-vsagn7l gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><p class=\"gutentor-text\">\u201cA partir do 2\u00ba trimestre, foi poss\u00edvel observar um crescimento na demanda no Brasil, em um movimento motivado principalmente pelas obras executadas nas rodovias concedidas \u00e0 iniciativa privada\u201d, avalia Alesandra Ribeiro, coordenadora administrativa e de marketing da fabricante<br>&nbsp;<br><strong>MERCADO<\/strong><br><strong><br>Segundo fabricantes, mercado de usinas vem se aquecendo no pa\u00eds<\/strong><br><br>A demanda por usinas de asfalto \u00e9 crescente no Brasil, garante Reginatto, da Ammann. \u201cJ\u00e1 foi muito boa no ano passado, e deve ser boa tamb\u00e9m este ano\u201d, diz. No pa\u00eds, conta o gerente, ainda h\u00e1 prefer\u00eancia por usinas m\u00f3veis e de menores dimens\u00f5es, como as cont\u00ednuas.<br><br>\u201cPor\u00e9m, come\u00e7amos a perceber uma demanda maior por usinas gravim\u00e9tricas, na maioria dos casos estacion\u00e1rios\u201d, observa.<br><br>Na vis\u00e3o de Dutra, da Ciber, o mercado vem se aquecendo principalmente nos setores de constru\u00e7\u00e3o e infraestrutura. \u201cA tend\u00eancia \u00e9 de crescimento na demanda n\u00e3o apenas por equipamentos de pavimenta\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m pela Linha Amarela\u201d, assegura.<br><br>Nesse cen\u00e1rio, Melgar, da Ermont\/Marini, v\u00ea a demanda favorecida por investimentos em infraestrutura de transporte, via iniciativas como o PPI (Programa de Parcerias de Investimentos).<br><br>\u201cO aumento do uso de usinas \u00e9 uma tend\u00eancia global impulsionada pela necessidade de desenvolvimento de infraestrutura, melhorias tecnol\u00f3gicas e demandas econ\u00f4mico-ambientais\u201d, ressalta.<br><br>J\u00e1 Armiliato, da Margui, confirma o \u201ccrescimento expressivo\u201d das vendas n\u00e3o apenas no mercado interno, mas tamb\u00e9m via exporta\u00e7\u00e3o. \u201cEstamos trabalhando para ampliar a capacidade de cinco para seis unidades\/m\u00eas, chegando a oito at\u00e9 o final de 2026\u201d, informa.<\/p><\/div><\/div>\n\n\n\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-none uagb-block-878d9ae8\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<p><strong>Saiba mais:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Ammann:&nbsp;<\/strong><a href=\"http:\/\/www.ammann.com\/pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.ammann.com\/pt-br<\/a><br><strong>Astec:&nbsp;<\/strong><a href=\"http:\/\/www.astecindustries.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.astecindustries.com<\/a><br><strong>Ciber:&nbsp;<\/strong><a href=\"http:\/\/www.wirtgen-group.com\/pt-ao\/empresa\/ciber\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.wirtgen-group.com\/pt-ao\/empresa\/ciber<\/a><br><strong>Ermont:&nbsp;<\/strong><a href=\"https:\/\/ermont.fayat.com\/en\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/ermont.fayat.com\/en<\/a><br><strong>Marini:&nbsp;<\/strong><a href=\"http:\/\/marinilatinamerica.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">http:\/\/marinilatinamerica.com.br<\/a><br><strong>Margui:&nbsp;<\/strong><a href=\"http:\/\/www.margui.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.margui.com.br<\/a><br><strong>Revista M&amp;t: <\/strong><a href=\"https:\/\/revistamt.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/revistamt.com.br<\/a><br><strong>Sobratema<\/strong>: <a title=\"\" href=\"https:\/\/www.sobratema.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.sobratema.org.br<\/a><\/p>\n<\/div><\/section>\n\n\n\n<div style=\"height:60px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g735007\" class=\"wp-block-gutentor-e6 section-g735007 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop\"><div class=\"gutentor-element-image-box\"><a class=\"gutentor-element-image-link\" href=\"window.print()\"><div class=\"gutentor-image-thumb\"><img decoding=\"async\" class=\"normal-image\" src=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/impressora.png\" \/><\/div><\/a><\/div><\/div>\n<\/div><\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sob press\u00e3o ambiental e de custos, uso de material fresado cresce no segmento de produ\u00e7\u00e3o de asfalto, impulsionando solu\u00e7\u00f5es capazes de processar at\u00e9 100% de 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