{"id":6314,"date":"2024-11-04T08:18:07","date_gmt":"2024-11-04T11:18:07","guid":{"rendered":"https:\/\/sinicesp.org.br\/?p=6314"},"modified":"2024-11-04T08:18:08","modified_gmt":"2024-11-04T11:18:08","slug":"pesquisador-da-usp-expoe-os-obstaculos-encontrados-por-pessoas-com-deficiencia-no-mundo-do-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinicesp.org.br\/index.php\/2024\/11\/04\/pesquisador-da-usp-expoe-os-obstaculos-encontrados-por-pessoas-com-deficiencia-no-mundo-do-trabalho\/","title":{"rendered":"Pesquisador da USP exp\u00f5e os obst\u00e1culos encontrados por pessoas com defici\u00eancia no mundo do trabalho"},"content":{"rendered":"\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-0fb1b19a\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<div style=\"height:10px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-feb22a87\"><h3 class=\"uagb-heading-text\"><br><strong>Inclus\u00e3o profissional n\u00ba 24 (04\/11\/2024) <\/strong><\/h3><div class=\"uagb-separator\"><\/div><\/div>\n<\/div><\/section>\n\n\n\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-08ad0879\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<div id=\"section-g-bm8sxlb\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-bm8sxlb gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><h2 class=\"gutentor-text\"><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong>Pesquisador da USP exp\u00f5e os obst\u00e1culos encontrados por pessoas com defici\u00eancia no mundo do trabalho<\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/h2><\/div><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g-xl42l3l\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-xl42l3l gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><p class=\"gutentor-text\"><strong><em>Doutor em Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o, Jamir Osvaldo Kinoshita \u00e9 uma pessoa com defici\u00eancia motora e busca compreender as rela\u00e7\u00f5es entre a comunica\u00e7\u00e3o e a inclus\u00e3o social nos ambientes profissionais<br><\/em><\/strong><br>Um estudo realizado na Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes (ECA) da USP buscou analisar as rela\u00e7\u00f5es de pessoas com defici\u00eancia (PcDs) com o mundo do trabalho. Jamir Osvaldo Kinoshita,\u00a0que j\u00e1 estudava comunica\u00e7\u00e3o no mundo do trabalho, conta que a pauta de sua tese surgiu ao reparar que existia uma grande gama de pesquisas sobre a inclus\u00e3o na atmosfera do ensino, mas pouco era falado sobre a inclus\u00e3o no universo do trabalho. Sob a orienta\u00e7\u00e3o da professora Roseli Figaro, doutora e livre-docente da ECA, ele desenvolveu a pesquisa de doutorado intitulada\u00a0<em>Muito al\u00e9m da porta de entrada: as rela\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o no mundo do trabalho das pessoas com defici\u00eancia motora e suas contribui\u00e7\u00f5es no processo de inclus\u00e3o social, que foi defendida em maio de 2024.\u00a0<\/em>\u00a0<br><br>Kinoshita \u00e9 jornalista formado pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica (PUC) de S\u00e3o Paulo, mestre e agora doutor em Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o pela USP, e tamb\u00e9m PcD motor com baixa mobilidade. Em seu trabalho, ele examinou alguns aspectos que abordam a liga\u00e7\u00e3o entre comunica\u00e7\u00e3o e a esfera profissional, como o n\u00e3o cumprimento das cotas previstas da Lei n\u00ba 8213\/1991, o papel do trabalho na identifica\u00e7\u00e3o das pessoas e os discursos neoliberais de empreendedorismo social e inclus\u00e3o.\u00a0<br><br>O pesquisador analisa a realidade dessas pessoas na busca por emprego e depois, j\u00e1 dentro das empresas. \u201cA come\u00e7ar que al\u00e9m da dificuldade na contrata\u00e7\u00e3o, as vagas que s\u00e3o oferecidas para PcDs s\u00e3o, em sua maioria, para cargos operacionais e de baixa remunera\u00e7\u00e3o. As empresas contratam pensando na defici\u00eancia, n\u00e3o no trabalho\u201d, comenta o pesquisador. \u201cA pesquisa ainda mostra que as pessoas que s\u00e3o contratadas pela lei de cotas n\u00e3o possuem um plano de carreira dentro dessas empresas, s\u00e3o empregadas para seguirem na mesma fun\u00e7\u00e3o enquanto estiverem naquela organiza\u00e7\u00e3o\u201d, completa.<br><br>Como inclus\u00e3o e trabalho se conectam com as ci\u00eancias da comunica\u00e7\u00e3o? O pr\u00f3prio pesquisador responde: \u201cO que nos difere dos outros seres vivos \u00e9 a capacidade de se comunicar e de trabalhar. Esses aspectos conferem a todo indiv\u00edduo o autorreconhecimento e a identifica\u00e7\u00e3o como ser humano. S\u00f3 vai existir uma inclus\u00e3o efetiva de pessoas com defici\u00eancia na esfera do trabalho quando as organiza\u00e7\u00f5es derem voz e espa\u00e7o a essas pessoas\u201d.<br><br>Em sua tese, Kinoshita buscou estabelecer uma conceitua\u00e7\u00e3o sobre a defici\u00eancia, tra\u00e7ando uma linha hist\u00f3rica do tema at\u00e9 chegar \u00e0s leis que buscam promover a inclus\u00e3o no mundo do trabalho. Ele analisa e problematiza o descaso de organiza\u00e7\u00f5es com as cotas previstas por lei. Para isso, o pesquisador acompanhou pessoalmente o cotidiano de trabalho de uma PcD motora.<br><br>A partir dos resultados da pesquisa, Kinoshita entende que, enquanto n\u00e3o forem estabelecidas rela\u00e7\u00f5es comunicacionais em tom de igualdade, a inclus\u00e3o social seguir\u00e1 tendo um longo caminho no que se refere a uma acessibilidade integral e a equidade de oportunidades dentro da esfera profissional.\u00a0<br>Roseli completa: \u201cN\u00e3o h\u00e1 trabalho sem comunica\u00e7\u00e3o. A comunica\u00e7\u00e3o est\u00e1 inserida no trabalho em todas as camadas, na organiza\u00e7\u00e3o, nas ordens e orienta\u00e7\u00f5es, nas intera\u00e7\u00f5es entre os trabalhadores. E tamb\u00e9m est\u00e1 na quest\u00e3o da defici\u00eancia e da falta de inclus\u00e3o, os discursos e preconceitos perpetuados, no n\u00e3o cumprimento da lei. Tudo isso s\u00e3o quest\u00f5es comunicacionais\u201d.<br><br><strong>Al\u00e9m da porta de entrada<\/strong><br><br>A Lei Federal n\u00ba 8.213\/1991, que estabelece os planos de benef\u00edcios da Previd\u00eancia Social, criou regras para a inclus\u00e3o de PcD no mundo do trabalho. Ela prev\u00ea uma porcentagem de vagas que deve ser reservada \u00e0 PcD, de acordo com o n\u00famero de funcion\u00e1rios da empresa.\u00a0 S\u00e3o elas: 2% das vagas, para empresas com 100 a 200 empregados; 3%, de 201 a 500 funcion\u00e1rios; 4%, de 501 a 1.000; e 5% para as empresas com mais de 1.001 funcion\u00e1rios. Por isso, a Lei 8.213 ficou conhecida como Lei de Cotas para Pessoas com Defici\u00eancia.<br><br>Al\u00e9m da reserva de vagas, a lei de cotas procura assegurar um ambiente de trabalho acess\u00edvel e que ofere\u00e7a condi\u00e7\u00f5es de trabalho de qualidade para as pessoas com defici\u00eancia. A empresa que descumpre esta lei pode receber multas de at\u00e9 R$ 300 mil.\u00a0<br><br>A aplica\u00e7\u00e3o da lei de cotas tem gerado retornos positivos. Segundo dados da Rela\u00e7\u00e3o Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais (Rais) do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, o mercado de trabalho para PcD cresceu 60% acima do mercado geral de emprego no per\u00edodo de 2009 a 2021. Os dados da Rais se iniciam em 2009 porque a fiscaliza\u00e7\u00e3o do cumprimento da lei come\u00e7ou apenas em 2008, 17 anos depois de sua promulga\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s o in\u00edcio dessa vigil\u00e2ncia, as contrata\u00e7\u00f5es aumentaram e, atualmente, s\u00e3o cerca de 550 mil PcD formalmente empregados no Pa\u00eds.\u00a0<br><br>Os n\u00fameros ainda s\u00e3o baixos quando comparados ao total de PcD no Brasil. De acordo com levantamento da Secretaria de Inspe\u00e7\u00e3o do Trabalho (SIT), s\u00e3o cerca de 9 milh\u00f5es de pessoas na faixa et\u00e1ria de 18 a 64 anos com defici\u00eancia. Ou seja, pouco mais de 6% da popula\u00e7\u00e3o PcD brasileira est\u00e1 inserida no mercado formal de trabalho.<br><br>O motivo para um n\u00famero t\u00e3o baixo \u00e9 a quantidade de organiza\u00e7\u00f5es que n\u00e3o cumprem as exig\u00eancias da lei de cotas. Em sua pesquisa, Kinoshita lembra que apenas 17,6% das empresas no estado de S\u00e3o Paulo cumprem com o regime de cotas, de acordo com dados da Rais de 2019.<br>Segundo a SIT, frequentemente as organiza\u00e7\u00f5es buscam se justificar, alegando que faltam candidatos com a forma\u00e7\u00e3o ou as habilidades exigidas. Por\u00e9m, a lei tamb\u00e9m prev\u00ea que as empresas viabilizem as contrata\u00e7\u00f5es, fazendo adequa\u00e7\u00f5es nas vagas ofertadas. A falta de preparo adequado para a contrata\u00e7\u00e3o de PcD pode representar fraude na lei de cotas.<br><br><strong>O conto de fadas neoliberal<br><\/strong><br>Se atualmente apenas 6% da popula\u00e7\u00e3o PcD no Brasil est\u00e1 formalmente empregada, de qual forma os 94% que est\u00e3o fora do mercado formal conseguem se sustentar e trabalhar? O trabalho aut\u00f4nomo \u00e9 uma realidade de muitas pessoas no Pa\u00eds e as PcD n\u00e3o escapam dessa situa\u00e7\u00e3o. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) de 2023, s\u00e3o quase 39 milh\u00f5es de brasileiros que trabalham informalmente. Tamb\u00e9m de acordo com o IBGE, em 2022, 55% das pessoas com alguma defici\u00eancia estavam na informalidade.\u00a0<br><br>O trabalho informal \u00e9 tratado por muitos no Brasil como algo louv\u00e1vel, como se a taxa de desemprego no Pa\u00eds fosse apenas um detalhe, e que para ganhar a vida e sustentar sua fam\u00edlia basta se esfor\u00e7ar mais do que os outros. Mesmo que de alguma forma a informalidade possa significar o sucesso na luta contra o desemprego, Kinoshita busca problematizar essa quest\u00e3o. O t\u00f3pico a ser criticado pelo pesquisador n\u00e3o \u00e9 a informalidade em si, mas a romantiza\u00e7\u00e3o dessa realidade no discurso do empreendedorismo, principalmente quando com PcD que \u201cvencem suas defici\u00eancias\u201d e s\u00e3o usados como exemplos de supera\u00e7\u00e3o.<br><br><em>\u201cNesse discurso, PcD devem ser aquelas pessoas capazes de superar barreiras, desafios, para serem \u2018iguais\u2019 \u00e0s outras e realizarem suas tarefas. Ent\u00e3o, veja s\u00f3, o empreendedorismo social \u00e9, na verdade, uma falsa ideia de inclus\u00e3o social\u201d, aponta o pesquisador.<\/em><br><br>Kinoshita explica que o que desclassifica a inclus\u00e3o social no discurso neoliberal do empreendedorismo \u00e9 a ilus\u00e3o da meritocracia. Nessa ideologia, entende-se que o caminho \u00e9 o mesmo para todos e que aquele que est\u00e1 em desvantagem precisa apenas se esfor\u00e7ar mais do que os outros.\u00a0<br><br>\u201cEnquanto essa ideologia da supera\u00e7\u00e3o de obst\u00e1culos persistir, a realidade vai seguir a mesma. Por isso que a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 central na integra\u00e7\u00e3o, pois as empresas e a sociedade como um todo precisam se adequar para que esse trabalhador consiga se identificar como uma pessoa capaz de executar a mesma atividade que os demais, mesmo que com adapta\u00e7\u00f5es\u201d, reitera Kinoshita.\u00a0<br>\u00a0<br><strong>Fonte: C\u00e2mara Paulista Para Inclus\u00e3o da Pessoa com Defici\u00eancia<\/strong><\/p><\/div><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:70px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g87ba7b\" class=\"wp-block-gutentor-e6 section-g87ba7b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop\"><div class=\"gutentor-element-image-box\"><a class=\"gutentor-element-image-link\" href=\"window.print()\"><div class=\"gutentor-image-thumb\"><img decoding=\"async\" class=\"normal-image\" src=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/impressora.png\" 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