{"id":7211,"date":"2025-07-16T13:06:13","date_gmt":"2025-07-16T16:06:13","guid":{"rendered":"https:\/\/sinicesp.org.br\/?p=7211"},"modified":"2025-07-16T13:41:13","modified_gmt":"2025-07-16T16:41:13","slug":"china-disputa-america-latina-com-eua-investindo-bilhoes-em-infraestrutura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinicesp.org.br\/index.php\/2025\/07\/16\/china-disputa-america-latina-com-eua-investindo-bilhoes-em-infraestrutura\/","title":{"rendered":"China disputa Am\u00e9rica Latina com EUA Investindo bilh\u00f5es em infraestrutura"},"content":{"rendered":"\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-undefined alignfull uagb-block-998d3ed5\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\"><\/div><\/section>\n\n\n\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-844792b5\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<div style=\"height:11px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-49dea6fc\"><h3 class=\"uagb-heading-text\"><br><strong>\u00daltimas Not\u00edcias n\u00ba 08 (16\/07\/2025) <\/strong><\/h3><div class=\"uagb-separator\"><\/div><\/div>\n<\/div><\/section>\n\n\n\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-2bd3adbe\"><div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div><div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<div id=\"section-g-bm8sxlb\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-bm8sxlb gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-left-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><h2 class=\"gutentor-text\"><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong>China disputa Am\u00e9rica Latina com EUA Investindo bilh\u00f5es em infraestrutura<\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/h2><\/div><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-g-f55k1sm\" class=\"wp-block-gutentor-e0 section-g-f55k1sm gutentor-element gutentor-element-advanced-text text-align-justify-desktop\"><div class=\"gutentor-text-wrap\"><p class=\"gutentor-text\">Enquanto os Estados Unidos erguem barreiras comerciais contra aliados na Am\u00e9rica Latina, como a sobretaxa a produtos brasileiros, a China avan\u00e7a sobre o continente investindo bilh\u00f5es em infraestrutura para intensificar sua presen\u00e7a na regi\u00e3o. Depois de bancar o desenvolvimento do megaporto de Chancay, no Peru, o gigante asi\u00e1tico assinou um acordo para construir uma ferrovia que pretende ligar o litoral brasileiro ao porto peruano, reduzindo em 10 mil quil\u00f4metros o trajeto das exporta\u00e7\u00f5es do pa\u00eds para a China.<br><br><strong>O que aconteceu<\/strong><br><strong><br><\/strong>Chancay e a ferrovia fazem parte da &#8216;Nova Rota da Seda&#8217;. Trata-se de um ambicioso projeto chin\u00eas de infraestrutura global para conectar diversos continentes e aumentar sua influ\u00eancia pol\u00edtica e econ\u00f4mica no mundo. A China est\u00e1 bancando rodovias, ferrovias, gasodutos, oleodutos e projetos de energia limpa em mais de 150 pa\u00edses, onde vivem 62% da popula\u00e7\u00e3o mundial (incluindo a China).<br><br>\u00c9 contra esse avan\u00e7o que Trump pressiona aliados com tarifa\u00e7os, como aconteceu ao Brasil. &#8216;A China est\u00e1 fazendo neg\u00f3cios na Am\u00e9rica Latina, como a oferta de tecnologia para furar a Cordilheira dos Andes e fazer a ferrovia bioce\u00e2nica at\u00e9 Chancay&#8217;, diz Leonardo Trevisan, professor de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da ESPM. &#8216;O que est\u00e1 em jogo \u00e9 a hegemonia [sobre a regi\u00e3o].&#8217;<br><br>&#8216;Nova Rota da Seda&#8217;: megaporto Chancay, no Peru, \u00e9 investimento bilion\u00e1rio da China para fortalecer rela\u00e7\u00e3o com a Am\u00e9rica Latina. <br><br>Um dos principais projetos da China \u00e9 o porto peruano. Ao custo de US$ 1,3 bilh\u00e3o (R$ 7,1 bi), a primeira parte (30%) desse porto no distrito de Chancay, a 70 quil\u00f4metros de Lima, ficou pronta em apenas quatro anos. A acesso a ele por terra \u00e9 atrav\u00e9s um t\u00fanel constru\u00eddo para n\u00e3o atrapalhar a pacata cidade de 60 mil habitantes.<br><br>O objetivo \u00e9 claro: tornar Chancay o porto mais importante da Am\u00e9rica Latina. Inaugurado em novembro do ano passado, ele foi equipado com IA chinesa, que promete corrigir erros humanos para aumentar a efici\u00eancia. Guindastes el\u00e9tricos e ve\u00edculos aut\u00f4nomos circulam entre as antenas gigantes de 5G espalhadas pelo porto.<br><br>Os planos s\u00e3o terminar a obra em 2032, quando mais US$ 2,4 bilh\u00f5es forem investidos. Desse total, 60% saem dos cofres da estatal chinesa de navega\u00e7\u00e3o Cosco Shipping, enquanto o restante \u00e9 bancado pela mineradora peruana Volcan.<br><br>O engenheiro brasileiro Vinicius Marinelli visitou Chancay. Presidente do Conselho Federal de Engenharia (CFE), ele se surpreendeu com a velocidade da obra e a tecnologia empregada. &#8216;Chancay pode se tornar uma alternativa para rotas asi\u00e1ticas, especialmente se os portos brasileiros n\u00e3o acompanharem os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos e operacionais exigidos pelo mercado.&#8217;<br><br><strong>O que a China pretende?<\/strong><br><strong><br><\/strong>A infraestrutura portu\u00e1ria &#8216;n\u00e3o \u00e9 apenas um ativo econ\u00f4mico, mas um ativo geopol\u00edtico&#8217;. &#8216;A presen\u00e7a de empresas chinesas em portos na Am\u00e9rica Latina \u00e9 vista pelos EUA como parte de uma estrat\u00e9gia de proje\u00e7\u00e3o global de poder da China, especialmente em um momento de tens\u00f5es comerciais&#8217;, diz o presidente do Conselho.<br><br>A China j\u00e1 \u00e9 o principal parceiro comercial de diversos pa\u00edses sul-americanos, incluindo o Brasil. Chancay fortalece esses la\u00e7os econ\u00f4micos com Pequim, em detrimento da depend\u00eancia tradicional do mercado norte-americano.<br><br>Chancay vai dar \u00e0 China acesso r\u00e1pido e barato a mercados sul-americanos. A proximidade da regi\u00e3o reduzir\u00e1 custos para importa\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, pescados e frutas para sua popula\u00e7\u00e3o de 1,4 bilh\u00e3o de habitantes. Em troca, a China vender\u00e1 seus manufaturados.<br><br>O megaporto permitir\u00e1 transportar mais mercadorias em viagens mais curtas. A China escolheu aquela regi\u00e3o por ter a maior profundidade da costa do Pac\u00edfico, o que permitiu construir o porto para embarca\u00e7\u00f5es com at\u00e9 18 metros de calado (a dist\u00e2ncia entre o fundo do casco e a linha de flutua\u00e7\u00e3o). Gra\u00e7as a isso, Chancay recebe os maiores navios de carga do mundo, com capacidade para 384 mil toneladas cada um.<br><br>No porto de Santos, o calado \u00e9 de 14,5 metros. Com essa profundidade, ele deixa de receber 1 milh\u00e3o de toneladas por ano, j\u00e1 que apenas navios menores atracam. &#8216;Os navios no Brasil est\u00e3o com cinco gera\u00e7\u00f5es de atraso&#8217;, diz Cl\u00e1udio Loureiro de Souza, diretor do Centro Nacional de Navega\u00e7\u00e3o Transatl\u00e2ntica (CentroNave), sobre os navios mais usados no pa\u00eds, com 182 mil toneladas de capacidade.<br><br>A rota Chancay-Xangai diminuir\u00e1 a depend\u00eancia do Canal do Panam\u00e1, na mira dos EUA. Para reduzir a influ\u00eancia chinesa sobre o continente, o presidente Donald Trump disse que, se necess\u00e1rio, &#8216;usaria a for\u00e7a&#8217; para retomar o canal, entregue ao Panam\u00e1 em 1999.<br><br>Hoje, Chancay movimenta 16 milh\u00f5es de toneladas por ano. Mas espera-se que chegue a 96 milh\u00f5es quando as outras fases do projeto forem conclu\u00eddas. Santos s\u00f3 conseguiu movimentar 86,4 milh\u00f5es de toneladas no ano passado.<br>Para o presidente do CFE, o Brasil est\u00e1 ficando para tr\u00e1s. &#8216;Muitos dos nossos portos enfrentam gargalos hist\u00f3ricos, como limita\u00e7\u00e3o f\u00edsica, operacional ou regulat\u00f3ria, e isso nos coloca em desvantagem em rela\u00e7\u00e3o a empreendimentos mais modernos&#8217;, diz Marinelli.<br><br>Chancay est\u00e1 se posicionado para captar cargas que, tradicionalmente, escoavam pelo Brasil via Atl\u00e2ntico.<br><br><strong>Brasil j\u00e1 exporta por Chancay<\/strong><br><br>Hoje o Brasil usa duas rotas at\u00e9 a \u00c1sia. Uma delas contorna a \u00c1frica e cruza o Oceano \u00cdndico. A outra sobe o Atl\u00e2ntico e atravessa o canal do Panam\u00e1. Como a nova rota \u00e9 uma linha reta pelo Pac\u00edfico, o tempo de viagem cairia de at\u00e9 60 dias para 25.<br><br>A regi\u00e3o Norte j\u00e1 come\u00e7a a se aproveitar da proximidade. \u00c9 o caso do Dom Porquito, um frigor\u00edfico no Acre. Fundada em 2016, a empresa costumava utilizar o porto de Santos para exportar seus produtos para as Filipinas, at\u00e9 que o trocou por Chancay, onde chega combinado transporte rodovi\u00e1rio e mar\u00edtimo. &#8216;A viagem, que levava at\u00e9 54 dias, caiu para 25&#8217;, diz Paulo Eduardo Santoyo, diretor de exporta\u00e7\u00f5es da Dom Porquito. &#8216;O frete diminuiu entre 30% e 40%.&#8217;<br><br>A Zona Franca de Manaus tamb\u00e9m est\u00e1 de olho. Cerca de 88% das empresas do Polo Industrial pretendem importar e exportar por Chancay. &#8216;Isso mostra o grande potencial que a rota representa para as empresas&#8217;, diz Jo\u00e3o Bosco Gomes Saraiva, presidente da Superintend\u00eancia da Zona Franca de Manaus (Suframa).<br><br>Hoje, as empresas da Zona Franca levam de 45 a 60 dias para importar suas mercadorias da \u00c1sia. A Suframa espera reduzir esse tempo entre 33 e 48 dias se a mercadoria for transportada por caminh\u00f5es e balsas de Chancay a Manaus. Se essa parte do traslado for de avi\u00e3o, &#8216;esse tempo ser\u00e1 inferior a 30 dias&#8217;, diz Saraiva.<br><br>J\u00e1 o resto do Brasil ter\u00e1 de avaliar se compensa a viagem por terra. &#8216;Acho dif\u00edcil que o porto afete Sul e Sudeste no curto prazo&#8217;, diz Souza, da CentroNave. Mas a China tamb\u00e9m tem um plano.<br><br><strong>Uma ferrovia bioce\u00e2nica<br><\/strong><br>A ideia \u00e9 bancar parte de um dos maiores projetos log\u00edsticos do mundo: um corredor ferrovi\u00e1rio de 4,5 mil km ligando Chancay ao litoral brasileiro. O projeto prev\u00ea que a ferrovia saia de Chancay, passe por Cusco, no Peru, e entre no Brasil pelo Acre.<br>\u00a0<br>A ferrovia atravessar\u00e1 regi\u00f5es-chave do agroneg\u00f3cio. Do Acre, a malha passaria por Rond\u00f4nia e Mato Grosso, onde se ligaria \u00e0 Fico, a Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Centro-Oeste, em constru\u00e7\u00e3o sem capital chin\u00eas. A Fico se conectaria \u00e0 Fiol (Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Oeste-Leste), com parte em opera\u00e7\u00e3o, atravessando Goi\u00e1s e entrando na Bahia, onde alcan\u00e7a o porto de Ilh\u00e9us.<br><br>Novos estudos v\u00e3o definir o trajeto definitivo at\u00e9 setembro. &#8216;Somente a partir desses estudos ser\u00e1 poss\u00edvel avan\u00e7ar em tra\u00e7ado, extens\u00e3o total, impactos regionais e estimativas de investimento&#8217;, diz em nota o Minist\u00e9rio dos Transportes, que n\u00e3o estimou prazos para a obra.<br><br>Brasil e China aproveitaram a c\u00fapula dos Brics para assinar o plano de viabilidade do corredor bioc\u00eaanio. O memorando prev\u00ea que a brasileira Infra S.A. cuidar\u00e1 dos estudos ambientais e do suporte institucional, enquanto caber\u00e1 \u00e0 China Railway tocar o projeto, cujo valor estimado n\u00e3o foi revelado.<br><br>A ferrovia deve reduzir em 10 mil km o trajeto de exporta\u00e7\u00f5es de carne, gr\u00e3os e min\u00e9rios para a \u00c1sia. &#8216;Transformaremos todo o cen\u00e1rio econ\u00f4mico do Brasil&#8217;, afirmou a ministra do Planejamento, Simone Tebet, em visita a Pequim em maio. &#8216;Precisamos de capital estrangeiro, e atualmente quem possui os recursos \u00e9 a China.&#8217;<br><br>A bioce\u00e2nica \u00e9 s\u00f3 um dos projetos brasileiros da Nova Rota da Seda. Al\u00e9m da ferrovia, Brasil e China firmaram acordos em \u00e1reas como transportes, minera\u00e7\u00e3o, telecomunica\u00e7\u00f5es e intelig\u00eancia artificial.<br><br>Com Chancay se consolidando no Pac\u00edfico Sul, ligado por futuras ferrovias ou corredores rodovi\u00e1rios bioce\u00e2nicos ao Atl\u00e2ntico brasileiro, a Am\u00e9rica do Sul cria uma rota alternativa independente do Canal [do Panam\u00e1], reduzindo a centralidade americana na log\u00edstica regional.<br><br><strong>Fonte: UOL | Economia<\/strong><\/p><\/div><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:70px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div id=\"section-gd731a4\" class=\"wp-block-gutentor-e6 section-gd731a4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop\"><div class=\"gutentor-element-image-box\"><a class=\"gutentor-element-image-link\" href=\"window.print()\"><div class=\"gutentor-image-thumb\"><img decoding=\"async\" class=\"normal-image\" src=\"https:\/\/sinicesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/impressora.png\" \/><\/div><\/a><\/div><\/div>\n<\/div><\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto os Estados Unidos erguem barreiras comerciais contra aliados na Am\u00e9rica Latina, como a sobretaxa a produtos brasileiros, a China avan\u00e7a sobre o continente investindo bilh\u00f5es em infraestrutura para intensificar sua presen\u00e7a na regi\u00e3o. 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